câncer de mama

Nas últimas décadas, o aumento no número de casos de câncer de mama justifica as inúmeras campanhas de conscientização em todo o mundo.

Como prevenção, a principal indicação continua sendo o exame de rotina: ao apresentar diagnóstico na fase inicial, permite tratamento menos invasivo e, na maioria das vezes, a cura da doença.

O câncer de mama é o 2º tipo mais frequente no país (perde somente para o câncer de pele) e o 1º tipo entre as mulheres brasileiras.

Não importa o quanto a Ciência já avançou nas últimas décadas. Receber o diagnóstico de algum tipo de câncer ainda assusta e é uma das principais causas de morte no mundo.

E os números também: segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil deve-se contabilizar quase 600 mil novos casos da doença somente neste ano.

Metade deles, em mulheres. Uma em cada cinco pacientes terá de lidar com o câncer de mama.

Importância de Se Auto Examinar

câncer de mamaA realização do “Outubro Rosa”, inclusive, tornou-se uma forma de conscientizar o público feminino sobre a importância do autoexame, checkups de rotina e, principalmente, disseminar informações corretas para derrubar mitos sobre a enfermidade.

O autoexame, feito pela própria mulher, também contribui: “devem ser observados nódulos nas mamas, algum tipo de derrame papilar, de secreção involuntária saindo pelo bico das mamas e alterações de forma como estufamento ou retração”, afirma o chefe da Clínica de Mastologia da Santa Casa BH, dr. Clécio Lucena.

Há também exames complementares para confirmação da doença, como ultrassom, ressonância e biópsia.

Apesar de ser muito raro, os homens também podem desenvolver este tipo de câncer.

Após a confirmação da doença, a paciente deve ser acompanhada de forma interdisciplinar, incluindo-se o próprio médico mastologista, um patologista, um radiologista, um radioterapia e um oncologista.

O diagnóstico é analisado pela equipe médica que, de imediato, define procedimentos como medicação, cirurgia, radioterapia (muitas vezes indicada quando é retirada somente uma parte da mama), quimioterapia ou hormonioterapia.

Detecção Precoce é Fundamental

Embora a hereditariedade seja responsável por apenas 10% do total de casos, mulheres com história familiar de câncer de mama, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) foram acometidas antes dos 50 anos, apresentam maior risco de desenvolver a doença.

Esse grupo deve ser acompanhado por médico a partir dos 35 anos.

É o profissional de saúde quem vai decidir quais exames a paciente deverá fazer.

Primeira menstruação precoce, menopausa tardia (após os 50 anos), primeira gravidez após os 30 anos e não ter tido filhos também constituem fatores de risco para o câncer de mama.

Mamografia é Essencial Na prevenção do Câncer de Mama

A mamografia permite a detecção precoce do câncer, ao mostrar lesões em fase inicial, muito pequenas (medindo milímetros).

Deve ser realizada a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou segundo recomendação médica.

Ela é realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado mamógrafo.

Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico.

Apesar do desconforto provocado, pacientes disseram que a dor causada pelo exame é suportável.Salvar

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Outubro Rosa – Atenção Voltada Para o Câncer de Mama
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